segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Igreja e Mosteiro de S Bento

fachada da igreja e parte do mosteiro anexo
A Igreja e Mosteiro de São Bento perfazem um importante complexo arquitetônico barroco situado em Olinda, Pernambuco, sendo tombado nacionalmente e, junto com grande parte do centro histórico da cidade, também como Patrimônio Histórico Mundial pela UNESCO.

Origens

A fundação do Mosteiro de São Bento e sua igreja anexa remontam aos primeiros tempos da colonização portuguesa no Brasil. A Ordem de São Bento veio para o Pernambuco após convite do terceiro donatário da capitania, Jorge de Albuquerque Coelho, para que se estabelecessem na colônia, oferecendo-lhes diversos benefícios e vantagens.

Chegando ao Estado de Pernambuco, em 1586, residiram primeiramente na pequena Igreja de São João Batista, transferindo-se depois para a pequena ermida de Nossa Senhora do Monte uma das mais antigas Igreja do Brasil, esta foi doada pelo então Bispo do Brasil, Dom Antonio Barreiros. Em 27 de outubro de 1597 os monges adquiriram um terreno que se chamava à época de Olaria, junto ao Varadouro da Galeota, que pertencia a Gaspar Figueyra e Maria Pinta, mais tarde aumentado com a compra de mais três lotes vizinhos, e iniciaram a construção de um mosteiro.

altar-mor da igreja com imagem de S Bento
O mosteiro

O mosteiro ficou pronto já em 1599, mas logo foi destruído quando em 1632 um incêndio consumiu grande parte da cidade, deflagrado em virtude da invasão holandesa. Do fogo escaparam apenas os arquivos, e o local foi em breve reconstruído, voltando ao funcionamento em 1656 e sendo subseqüentemente ampliado. Nos diversos espaços internos do mosteiro podem ser apreciadas muitas peças de alto valor artístico, como sanefas de talha dourada, gradis de jacarandá, pinturas de episódios da vida de São Bento e retratos de velhos abades e mestres da Ordem Beneditina no país, além de rico mobiliário. No claustro estão sepultados vários monges da abadia.

Com o tempo a Ordem em Olinda se firmou e enriqueceu, contando em 1850 com 16 casas de sobrado, 24 casas térreas, outros prédios rústicos, uma fazenda, um engenho de açúcar em Mussurepe, um sítio de lenha em Beberibe, além de 254 escravos.

O Mosteiro de São Bento sobrevive atualmente do seu patrimônio e das doações feitas às capelas de Nossa Senhora do Monte de Olinda e de Nossa Senhora dos Prazeres dos Montes Guararapes.

detalhe do altar-mor
A igreja

A construção da atual Igreja de São Bento foi iniciada mais ou menos em 1660, após o incêndio do antigo complexo pelos holandeses, e foi terminada em 1761, segundo inscrição no óculo. Sua fachada, com desenho do mestre-pedreiro Francisco Nunes Soares, apresenta um frontispício sóbrio, com portas entalhadas em almofadas, moldura de pedra com arcos abatidos, sendo que a central é encimada por um óculo emoldurado, ladeado por janelões com gradil de ferro. No frontão com volutas há um baixo-relevo com o brasão da Ordem Beneditina. À direita, uma torre com um carrilhão.

Da decoração interna destaca-se o magnífico altar-mor, em madeira de cedro e inteiramente folheado a ouro, construído entre 1783 e 1786, sendo um dos exemplares mais belos e significativos de talha dourada no Brasil. Em 1860 foi feita uma reforma com novos douramentos. Restaurado em 2001, foi objeto de polêmica1 ao ser desmontado para ser exposto em Nova York, em 2002, como a atração principal da exposição Brasil de Corpo e Alma, realizada no Museu Guggenheim, retornando posteriormente ao seu local de origem. No centro está a imagem de São Bento, ladeada por São Gregório Magno e por Santa Escolástica.

O teto da capela-mor é decorado com pinturas que representam passagens da vida do santo fundador da Ordem e de seus monges. Do mesmo teto pendem três lampadários de prata, do século XVIII.

A nave conta com um púlpito com dossel e altares laterais com imagens do século XVIII. O coro ostenta uma imagem de tamanho natural de Cristo crucificado2 e rodeado de anjos e de um esplendor, e a do Menino Jesus de Olinda, uma escultura em barro cozido, feita por Frei Agostinho da Piedade entre 1635 e 1639.

A sacristia é a mais rica de Olinda, com móveis esculpidos em cedro e decoração com espelhos de cristal e painéis nas paredes e teto retratando a vida de São Bento, obras de José Eloy da Conceição executadas por volta de 1785. Também ali se preserva uma pintura do século XIV da escola italiana, mostrando São Sebastião, trazida para o mosteiro em fins do século XIX, e um grande lavabo, esculpido em mármore policromado e confeccionado em Estremoz, Portugal. Outras peças importantes são um retábulo de talha dourada e um painel retratando Nossa Senhora das Dores.

Em 1998, a Igreja do Mosteiro de São Bento foi elevada à dignidade de Basílica Menor pelo Papa João Paulo II, através da Carta Apostólica Spectabile quidem.
Fonte Wikipédia


domingo, 1 de setembro de 2013

Basilica N S do Carmo

 Parte superior do Altar-mor


A Basílica de Nossa Senhora do Carmo é um templo Católico pertencente à Ordem Carmelita, localizado no Recife, Pernambuco.

Histórico
Os primeiros frades Carmelitas chegaram ao Brasil em 1580, vindos de Portugal. Em 1584, com a fundação de um convento em Olinda, o primeiro do país, realizou-se a primeira festividade brasileira em honra a Nossa Senhora do Carmo.
Em 1654 a Ordem do Carmo se estabeleceu no Recife. Em 1665, o Capitão Diogo Cavalcanti Vasconcelos deu início às obras de construção da Basílica mandando executar, às suas expensas, a capela-mor, sem a licença real que, requerida em 1674, só foi concedida em 8 de março de 1687. Neste mesmo ano o Palácio da Boa Vista, erguido por João Maurício de Nassau, foi doado à Ordem para ser integrado ao complexo da Basílica e do Convento. O templo foi concluído quase cem anos mais tarde, em 1767.
A igreja é vizinha do Convento do Carmo, onde Frei Caneca fez seus votos religiosos e ordenou-se sacerdote, e onde, presume-se, está enterrado.
Em 1909 a Virgem do Carmo foi proclamada Padroeira do Recife, e no dia 21 de setembro de 1919 foi coroada. Em 1917, a igreja foi agregada à Basílica de São Pedro, no Vaticano, e em 1922, elevada à condição de Basílica.
A Basílica e o Convento do Carmo foram tombados em 5 de outubro de 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Arquitetura
A igreja segue o estilo rococó. O corpo principal tem dois pavimentos, ambos com três aberturas de arco abatido e ornamentos em cantaria. No piso superior, entre as janelas, encontram-se dois nichos com estátuas, interligados na parte superior a óculos obturados com grades, e também emoldurados. Acima, frontíspício triangular de vértices truncados e lados curvos, com brasão da Ordem, pesadas volutas floreadas, e culminando com um nicho com imagem de Nossa Senhora, pináculos e uma cruz. Lateralmente a igreja possui duas torres, sendo que a da direita permanece inacabada, e a da esquerda, com cerca de 50 metros de altura, ergue-se em quatro pisos, com aberturas de forma e tamanho variáveis: a da base é uma porta com arco pleno, e acima abrem-se, sucessivamente, uma porta de arco abatido, com balaústre, um óculo simples, e uma janela sineira também em arco pleno. Coroando a torre, cúpula com diversas cornijas ornamentadas superpostas, óculos, pináculos e cruz.
No interior sua decoração em talha dourada é de valor inestimável. Entre os pontos altos destacam-se os doze altares secundários e a capela-mor, com seu fabuloso retábulo com uma imagem em tamanho natural de Nossa Senhora do Carmo, ladeada de anjos e santos, numa moldura de luxuriante trabalho de talha dourada. Os outros altares também são ricamente decorados, destacando-se os de Nossa Senhora da Candelária e o de Santa Teresa, São Crispim e São Crispiniano.
Várias intervenções realizadas nos séculos XIX e XX acabaram por descaracterizar alguns aspectos originais do interior, sobretudo a pintura das talhas. Praticamente toda a Basílica foi repintada de branco e dourado. Um projeto de restauração recente, que removeu as camadas de repintura, revelou toda a beleza da decoração marmoreada típica do século XVIII, sendo a Basílica reinaugurada em 6 de julho de 2001, após três anos de trabalhos. Outras alterações no altar-mor incluíram a entronização da atual imagem de Nossa Senhora, uma outra de Cristo e a instalação de um relicário para guarda das hóstias. A restauração da capela também contemplou o cadeiral de jacarandá, com a recomposição de partes perdidas da madeira e a recuperação dos seis painéis com imagens de santos e das seis tribunas com balaústres que ficam acima do cadeiral.

Fonte Wikipédia
Detalhe do altar de Santa Teresa, São Crispim e São Crispiniano 
Altar lateral 
Altar lateral
detalhe da fachada

Basilica de S João e S Paulo



A Basílica de São João e São Paulo (em italiano: Santi Giovanni e Paolo, e em dialeto veneziano, San Zanipolo) é uma das maiores igrejas de Veneza (Itália) e tem o estatuto de basílica menor. É um enorme edifício de tijolo construído em estilo gótico italiano. É a principal igreja da Ordem Dominicana em Veneza, e como tal foi construída para pregar perante grandes congregações. É dedicada a São João e a São Paulo, não o apóstolo e o discípulo mais famosos, mas a dois obscuros mártires da primeira igreja cristã em Roma, cujos nomes se documentaram no século III, mas cuja lenda é de data posterior.

Em 1246, o doge Jacopo Tiepolo doou uma parcela de terra pantanosa aos dominicanos depois de sonhar com um grupo de pombas brancas sobrevoando-o. A primeira igreja foi demolida em 1333, quando se começou a construção da igreja atual. Não acabou senão em 1430.

O vasto interior contém muitos monumentos funerários e pinturas, assim como uma Virgem da Paz, uma estátua bizantina tida por milagrosa e situada numa capela própria na nave meridional, e um pé de Santa Catarina de Siena, a principal relíquia da igreja.

Estátua em homenagem ao pintor Melchiore Lanza

 Túmulo do doge Andrea Vendramino
 Políptico de Giovanni Bellini, da esquerda para a direita e de cima para baixo: Anjo da Anunciação, Jesus, a Virgem Maria, São Cristóvão, São Vicente Ferrer e São Sebastião, 1464.
 Andrea Tirali - Tumba dei Valier
 Pietro Lombardo - Monumento ao doge Pietro Mocenigo
 Tumba do Doge Tomaso Mocenigo


 Gloria de São Domingos, de Piazzetta

 Obra de Giacomo Piazzetta na capela do Rosário

 Interior da basílica
 A igreja em 1731

Basilica di Santa Maria della Salute




Santa Maria della Salute (Santa Maria da Saúde) é uma basílica de Veneza, que se ergue perto da Punta della Dogana (Ponta da Alfândega). Foi construída, tal como a Igreja do Redentor e a Igreja de São Roque, pelos habitantes venezianos por causa da peste que em 1630 dizimou a população.

A peste foi trazida pelo conde de Mântua, que foi internado na ilha do Lazzaretto Vecchio, mas bastou-lhe entrar em contato com um carpinteiro local para que a infeção se estendesse por toda a cidade a partir do Campo San Lio. Em 22 de março de 1630 o então patriarca de Veneza, Giovanni Tiepolo, fez uma promessa: "prometo solenemente erguer nesta cidade uma igreja e dedicá-la à Virgem Santíssima, chamando-a "Santa Maria della Salute", e que cada ano no dia em que esta cidade seja declarada livre do presente mal, Sua Serenidade e Seus Sucessores irão solenemente com o Senado visitar dita igreja em perpétua memória da pública gratidão por tanto benefício".

Em 26 de março, na Praça de São Marcos, o doge de Veneza Nicola Contarini, o clero e o povo reuniram-se para rezar. Quando a peste terminou tinham morrido 80 000 venezianos, e 600 000 no território da Sereníssima República, de Bréscia até Trieste, de Polesine a Belluno. Entre as pessoas que morreram, encontravam-se o doge e o patriarca.

Em 28 de novembro de 1631 começou a construção na Punta della Dogana, a alfândega de Veneza. Confiada a Baldassare  Longhena, a obra terminou em 9 de novembro de 1687, quando o patriarca Alvuse Sagredi a benzeu. Para poder erguer a basílica neste lugar foi preciso cravar 1 156 650 estacas1 no terreno e ganhar uma vasta área de solo ao mar.

Arquitetura
A nave central é de forma octogonal, sobre a que se apoia uma cúpula hemisférica que está rodeada de seis capelas menores. O presbitério e o altar-mor predominam sobre todo o resto. O grupo escultórico sobre o altar representa uma Virgem com menino, que simboliza a Saúde que defende Veneza da peste. Provém de Creta e foi trazida para Veneza por Francesco Morosini em 1670, quando Veneza cedeu a ilha aos turcos.

Podem ver-se três obras de Tiziano no teto: Morte de Abel, Sacrifício de Abraham e David e Golias. Estas cenas violentas do Antigo Testamento foram pintadas com extremo realismo, o qual se acentua devido à visão em perspectiva do observador. Os afrescos, que se consideraram pouco apropriados na sua época, foram no entanto muito admirados e imitados posteriormente. Também podem encontrar-se outras obras na sacristia: São Marcos no trono, com os santos Cosme, Damião, Sebastião e Roque (1511-12) e As bodas de Caná (1551).

Em cada dia 21 de novembro festeja-se a "Festa della Madonna della Salute" (Festa de Nossa Senhora da Saúde), na qual as pessoas atravessam uma ponte de barcas que vai da Praça de São Marcos até à basílica, onde param para rezar. Juntamente com a "Festa dello Redentore" (Festa do Redentor), é ainda hoje uma das festas populares mais queridas e participativas da cidade.

A fachada apresenta um grandioso portal com quatro grandes e altíssimas colunas coríntias. O corpo central é de forma octogonal com uma grande cúpula hemisférica, circundada por seis capelas menores. As refinadas volutas em espiral estabilizam contrafortes, e a lanterna é coroada pela estátua da Virgem Santa Maria.

Imagens da fachada 
São João
 São Lucas
 São Mateus
 São Marcos
 Campanário e cúpula
 Fachada principal

 A igreja prolonga-se para sul no volume menor do presbitério com absides laterais, cobrindo à sua volta uma cúpula mais baixa: estes elementos parecem imponentes a quem percorra o Rio Terà dei Catecumeni, e no início do século XX era o único acesso a terra da igreja. Longhena criou deste modo, tomando soluções do Palladio, perspetivas diferentes das observadas do Grande Canal de Veneza, do Campo della Salute, do Bacino di San Marco, do Canal da Giudecca ou do Rio Terà.

O espaçoso interior, de planta centralizada, é amplamente iluminado por janelas das seis capelas laterais e grandes janelões do tambor do zimbório. A luz faz ressaltar o pavimento de mármore policromado.

O presbitério e o altar-mor dominam o conjunto. O grupo de esculturas sobre o altar representa uma Virgem com o menino, a representar a Saúde. Nas capelas laterais encontram-se telas de Luca Giordano e uma Descida do Espírito Santo de Tiziano (1555).


Imagens do interior
Altar da Ascenção
 Obra de Tiziano com a descida do Espírito Santo, as esculturas dos anjos são de Michele Fabris

 O coro



Fonte Wikipédia

 A vista da basílica por Francesco Guardi
 Vista à partir de S Marcos
 Ponte da saúde
 Fotografia do Campanário de San Marco, em primeiro plano a Punta della Dogana e da Saúde e no fundo a ilha de Giudecca com a Igreja do Redentor por Andrea Palladio.

Basílica de Santa Maria Gloriosa dei Frari




A Basilica di Santa Maria Gloriosa dei Frari, normalmente chamada simplesmente os Frari, é uma das maiores igrejas de Veneza e tem o estatuto de basílica menor. Está no Campo dei Frari, no coração do bairro de San Polo. A cidade está dedicada à Assunção de Maria (Assunzione della Beata Virgine).

Os franciscanos obtiveram terra para erigir uma igreja em 1250, mas o edifício só foi concluído em 1338. De forma quase imediata empreenderam-se os trabalhos para o substituir por um maior, a igreja atual, que levou quase um século para ser construída, tendo seu término em meados do século XV. O campanário (acabado em 1396) tem 83 m de altura e é o segundo mais alto da cidade depois do da Basílica de São Marcos.

A imponente igreja foi construída em ladrilho no estilo gótico italiano. Como em muitas igrejas venezianas, o exterior é bastante simples. O interior contém a única grade de coro que continua no local original em Veneza; datada de 1475 e está esculpida. O coro data de 1468 e apresenta três níveis de bancos, talhados com baixo-relevos.

Obras de Arte
Giovanni Bellini, Virgem e Menino com os santos Nicolau de Bari, Pedro, Marcos e Benito (1488), retábulo na sacristia
Oficina de Bartolomeo Bon, figuras da Virgem e São Francisco na fachada oeste.
Pietro Lombardo e Bartolomeo Bon, a grade e as figuras de mármore.
Antonio e Paolo Bregno, túmulo do Doge Francesco Foscari na cancela (atribuído; pode ser obra de Niccolò di Giovanni Fiorentino)
Lorenzo Bregno
túmulo de Benedetto Pesaro sobre a porta da sacristia
túmulo de Alvise Pasqualino na parede oeste
Girolamo Campagna, estatuetas de Santo António de Lisboa/Pádua e Santa Inês nas pias batismais da nave
Marco Cozzi, em coro ritual
Donatello, figura de São João Batista na primeira capela do coro sul
Tullio Lombardo, túmulo de Pietro Bernardo na parede oeste (atribuído; pode ser de Giovanni Buora)
Antonio Rizzo, túmulo do Doge Niccolò Tron na cancela
Jacopo Sansovino, figura danificada de São João Batista na parte frontal na Capela Corner
Ticiano
Assunção da Virgem, el espectacular retábulo do altar maior e o maior da cidade (1518)
Virgem de Pesaro ou Madonna di Ca' Pesaro (1526) na parede norte da nave
Paolo Veneziano, Doge Francesco Dandolo e esposa apresentados à Virgem pelos santos Francisco e Isabel na sacristia
Alessandro Vittoria
figura de Cristo ressuscitado na fachada oeste
figura de San Jerónimo no muro meridional da nave
Alvise Vivarini, Santo Ambrósio e outros santos na capela do transepto norte, a sua última obra
Bartolomeo Vivarini
São Marcos entronizado, na capela da esquina no transepto norte
Virgen e Menino com Santos, retábulo na terceira capela do coro sul

Monumentos Funerários
Pietro Bernardo († 1538) (senador)
Antonio Canova (só o coração está sepultado aqui; o túmulo, realizado pelos seus discípulos, está baseado num desenho do próprio Canova para o túmulo não executado de Ticiano)
Federico Corner
Doge Francesco Dandolo (na sala capitular)
Doge Francesco Foscari ( † 1457)
Jacopo Marcello
Claudio Monteverdi, um dos maiores compositores do século XVII
Beato Pacifico (fundador da actual igreja)
Alvise Pasqualino († 1528) (Procurador de Veneza)
Benedetto Pésaro († 1503) (General)
Doge Giovanni Pesaro
Bispo Jacopo Pesaro († 1547)
Paolo Savelli (condottiere) (primeiro monumento veneziano com estátua equestre)
Ticiano († 1576)
Melchiorre Trevisan († 1500) (General)
Doge Niccolò Tron


Fonte Wikipédia



 Monumento funerário a Tiziano
 Ascenção, obra de Tiziano
 Coro dei Frati di Marco Cozzi
 Monumento funerário a Canova
 Giovanni Bellini, Trittico dei Frari,